Paraíba

FORA PEDRO GUIMARÃES

Sindicatos dos Bancários pedem afastamento de Pedro Guimarães

Presidente da Caixa é alvo de uma série de denúncias de assédio sexual por parte de diversas funcionárias do banco

Brasil de Fato | João Pessoa - PB |
Internet - Foto: Ilustrativa

Sindicato dos Bancários de todo o país cobram a demissão do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, alvo de uma série de denúncias de assédio sexual por parte de diversas funcionárias do banco.

O caso, que é investigado pelo Ministério Público Federal, foi revelado pelo site Metrópoles.

"Trata-se de um comportamento repugnante, que, se confirmado pelo Ministério Público Federal, exige das autoridades competentes punição exemplar - como demissão - para que não mais volte a se repetir, seja qual for o mandatário de plantão, não somente no banco, mas em todos os demais órgãos da administração pública federal", afirmou o sindicato de Brasilia.

Nas redes sociais, @bancariospb se posicionou:

[FORA PEDRO GUIMARÃES]
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Empregadas da Caixa decidiram romper o silêncio e denunciar o assédio sexual a que vinham sendo submetidas pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
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Bancá[email protected] e entidades pedem afastamento de Pedro Guimarães da presidência da Caixa e rigor nas apurações das denúncias de assédio sexual.
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Depois das graves acusações de assédio sexual, Pedro Guimarães precisa ser imediatamente afastado da presidência da Caixa e garantida segurança e proteção institucional às empregadas que o denunciaram.
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Em 161 anos de existência, [email protected] e a Caixa nunca foram tão atacados e humilhados. Assédio sexual é crime e não deve ser silenciado nunca!

#AfastamentoJá #ApuraçãoAssedioPG #ForaPedroGuimarães

Guimarães, que está frequentemente ao lado do presidente Jair Bolsonaro em suas lives, participa de eventos do banco previstos para esta quarta-feira, 29, mas estes foram fechados para imprensa.

No governo, a avaliação é de que a permanência de Pedro Guimarães no cargo já está completamente inviabilizada. O presidente Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o assunto.

 

Edição: Maria Franco